Conceição do Coité foi sede de Conferência Territorial de Economia Solidária
O evento aconteceu nos dias 26 e 27 de abril, no auditório do Campus XIV da UNEB.

Economia Solidária é uma ação que vem ganhado espaço nos últimos anos na sociedade brasileira. Ela trabalha na perspectiva de novas práticas de produção e consumo que prioriza o trabalho coletivo, a autogestão, a justiça social e o desenvolvimento local.
Esse ano o Brasil está realizando sua II Conferência Nacional de Econômica Solidária, mas para que aconteça a nacional, se realiza as territoriais e estaduais. Já que o objetivo de uma conferência é conferir os desejos e necessidades de todos. E assim Conceição do Coité foi escolhida para sediar a conferência do Território do Sisal. Esse ato tem como objetivo discutir os avanços e necessidades da Economia Solidária para assim criar políticas publicas.
A Conferência foi coordenada por Humberto Torres, assessor técnico da secretaria de Ciências Tecnologia e Inovação SECTI. Apesar de nem todos os municípios do território terem participado, foram dois dias de muita produtividade.
Os trabalhos foram divididos por eixos temáticos sendo o I: Avanços, limites e desafios da Economia Solidária no atual contexto socioeconômico, político cultural e ambiental nacional e internacional. O II: Direitos a formas de organização econômica baseada no trabalho associado, na propriedade coletiva, na cooperação, na autogestão, na sustentabilidade e na solidariedade, como modelo de desenvolvimento. O III: A organização do sistema nacional de economia solidária. A partir da discussão de cada eixo foram formuladas propostas que serão encaminhadas para a Conferência Estadual, que será realizada de 3 a 5 de maio em Salvador. A nacional que será em Brasília acontecera de 16 a 18 de junho.O tema é: “Pelo direito de produzir e viver em cooperação de maneira sustentável”.
Várias entidades como o Movimento de Organização Comunitária MOC, Conselho de Desenvolvimento Sustentável CODES Sisal, entre outros participaram do evento. A presidenta do CODES Gilca Carneiro diz que esse é o momento de estimular o acontecimento de atividades e discussões para a criação de políticas públicas. “Um momento impa para a vida da agricultura familiar, é preciso mostrar aos governantes o que a Economia Solidária precisa”. Afirma Gilca.

